24 de dezembro de 2011
Feliz Natal ou seja lá qual foi a festa "pagã" que ele sobrepôs!!!
15 de novembro de 2011
Promoção: Como é/era o seu personagem de RPG favorito? Participe e concorra a um desenho dele!
Veja aqui outros desenhos, frutos da mesma promoção:
21 de outubro de 2011
Weelame - administrador do sul.
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10 de outubro de 2011
Desenho para GURPS Pós-apocalíptico!
9 de setembro de 2011
Promoção: Como é/era o seu personagem de RPG favorito? Participe e concorra a um desenho dele!
Me desculpem, mas não pude resistir. Qual é o narrador que não tem um cenário próprio? Até os jogadores às vezes tem!
Hahahauhua
Obrigado aos que já participaram!
18 de agosto de 2011
Promoção: Como é/era o seu personagem de RPG favorito? Participe e concorra a um desenho dele!

13 de agosto de 2011
Promoção: Como é/era o "seu" personagem de RPG favorito? Participe e concorra a um desenho dele!

9 de agosto de 2011
Promoção: Como é/era o seu personagem de RPG favorito? Participe e concorra a um desenho/rascunho do seu personagem!


14 de julho de 2011
SUPER ANTI-HERÓI BRASILEIRO!

4 de julho de 2011
Aniversário do BLOG - 3 anos!

30 de maio de 2011
Invasão - Filhos da tempestade
15 de maio de 2011
9 de maio de 2011
Revista ABC DESIGN com a minha capa!

26 de abril de 2011
Wasteland Raider - Concept

3 de abril de 2011
10% de todos tipos de elmos lembram o elmo Stormtrooper

17 de março de 2011
Mago de Combate - Descreva seu personagem que desenho ele para você!!!

13 de março de 2011
Torre Fronteiriça Pequena - Cenário para jogo

5 de março de 2011
Ernest Gary Gigax (*27/07/1938 † 04/03/2008)

Gary jogou durante toda a vida, inclusive durante a velhice, e essa imagem diz tudo; JOGUEM, por que esse jogo não foi criado só para ficar enfeitando a prateleira empoeirada da nossa estante!
11 de fevereiro de 2011
Tirinha - O Senhor dos Anéis

31 de janeiro de 2011
Ventrue - Sangue-azul

27 de janeiro de 2011
Mais um anão - Anão na chuva

11 de janeiro de 2011
Bicho-do-buraco - Ilustração em Vetor

15 de dezembro de 2010
Steampunk - Cyberpunk - Wizard - Mage
Uma coisa que adorei ler no romance cyberpunk SHADOWRUN foi saber que os magos daquele cenário não podem usar implantes cibernéticos. Segundo o contexto dos livros, a substituição de órgãos e membros por implantes sintéticos e/ou mecânicos não deve ser feita, pois a energia mágica, que é natural, não circula completa e harmoniosamente por um corpo "incompleto". Ou seja, é necessária toda uma integridade física, além da mental, para que a energia mágica(mana) acompanhe e se manifeste de maneira correta, ao comando de um mago ou feiticeiro.12 de novembro de 2010
Zumbis, zumbis! Oh, meu Deus!
Ainda me surpreendo ao perceber que, depois de tanto tempo, os nossos – nem tão – queridos amigos mortos-vivos voltaram à moda! Por que será? Como? Terá sido a super-exposição de Thriller, depois da morte de Michael Jackson?Na verdade os zumbis nunca estiveram muito longe, sendo que, de variadas formas, em quase todos anos tivemos um jogo ou filme novo, dos quais podemos lembrar, em ordem + ou - cronológica: Resident Evil, House of the Dead, Left 4 Dead, O Extermínio¹, Eu Sou a Lenda¹, Prototype, Zombieland e por aí vai. Sei que esqueci de muitos... Mas recentemente uma história em quadrinhos chamada “Walking Dead” me surpreendeu bastante, me envolvendo de forma que só o “Resident Evil 3 - Nemesis” conseguiu antes nesse gênero. E eis que agora, aos poucos, a série baseada na HQ está sendo exibida na TV e eu não posso permitir que vocês não saibam disso!
Moral da história:
Assistam, gurizada! Desde o tempo em que os zumbis caminhavam lentamente e clamavam por “céééérebrooo...” não saía algo tão consistente e rico com zumbis no papel principal. “WalkingDead” aborda uma faceta da vida pós-zumbis-tomaram-tudo que você nunca viu antes de forma tão chocante, extensa e intensa.
Eu assino embaixo; acompanhe “WalkingDead” e permita trazer de volta à sua imaginação cotidiana todos aqueles pensamentos de auto-defesa para o caso de os zumbis invadirem tudo nesse exato instante! Heheheh
¹O Extermínio I e II”/“Eu Sou a Lenda” – Estes dois filmes mostram “zumbis” diferentes daqueles lerdos comedores de cérebro de antigamente. Em ambos os “zumbis” são pessoas contaminadas que não vão durar muito, mas que conservaram bem algumas de suas capacidades como audição e, principalmente, talento para corrida de 100 metros rasos. HehehehAinda não assistiu? Tenho pena de você...
O "desenho” é uma edição que fiz sobre uma foto que tirei da minha rua. Quando se fala em zumbis logo penso que, se isso acontecesse e eu conseguisse sobreviver, montaria um grupo de extermínio e, para o cumprimento dessa tarefa, um carrinho desses ia quebrar um baita galho. Heheheh
3 de novembro de 2010
Conde Lautércio Esníper da Lutécia
“Quando anunciam minha chegada nos lugares por onde ando as pessoas sempre ficam esperando um aristocrata gordo e covarde, em vestes de tecido fino, mas se espantam ao ver minha armadura. Acho isso uma indelicadeza da parte deles; por que um conde não pode liderar suas próprias tropas e caçar, ele mesmo, os seus inimigos!? Gosto disso. Acho nobre, aliás. Falta de nobreza é ficar só atrás de uma mesa comendo peru e cobrando impostos. Não tenho paciência para frivolidades...”
Conde Lautércio Esníper, da Lutécia.
Patrono e líder da infantaria de precisão do exército real
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“Uma bala vale mais que mil palavras; com mil palavras não se cunha uma bala!”
Conde Lautércio Esníper, da Lutécia.
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Hahah
Mais um desenho rápido para não deixar isso aqui muito parado; estou tentando voltar a desenhar personagens retrô à moda steampunk. Gosto dessa sobreposição de elementos clássicos com armas de fogo e equipamentos modernosos. De tempo em tempo, enquanto, distraídos, ajudamos a escrever a história, mal acreditamos quando algumas invenções tornam tudo que temos por “novo”, obsoleto... Este é o barato do retro-futurismo, nada se perde, tudo se soma!
25 de outubro de 2010
22 de outubro de 2010
Re-edições...
Essa era a idéia inicial para este desenho; em vez de um elfo arqueiro, um humanóide de um planeta distante, onde tecnologia e magia - AINDA - convivem em harmonia. Abaixo o desenho do elfo, para efeitos de comparação. Heheheh
Este desenho também foi reeditado e ficou, diga-se de passagem, bem melhor nesta segunda edição. Quando o postei pela primeira vez ele não tinha um olho e era GRUUMSH, o senhor dos Orks em D&D. Aqui ele está como um demônio da escuridão ou qualquer coisa que você queira que seja.
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12 de setembro de 2010
Joguem suas iniciativas! - D&D - RPG - Dungeons & Dragons

"Modéstia à parte", como diria o próprio Tejemu, ele era muito talentoso fazendo isso, e apesar de caolho, parecia ter o olhar observador de um falcão. E foi graças a esse talento que ele percebeu facilmente, naquele dia, a janela do segundo andar da sapataria balançando um pouco, semi-aberta, com a brisa da noite. Uma oportunidade inacreditável para um ladrão que, por coincidência, estava à procura de um par de botas.
Desta maneira, como diz o ditado: "a oportunidade faz o ladrão", e Tejemu, um legítimo ladino, não tardou em cair em tentação; foi logo se aproximando do estabelecimento e, depois de uma rápida olhada para os lados, começou a escalar a parede.
- A rua deserta e a janela aberta! Até rimou! Nunca houve tão oportuna ocasião! - Pensou ele, em voz alta, entusiasmado com seu excesso de sorte. E era mesmo muita sorte; o vilarejo, mesmo pequeno, localizado sobre uma rota comercial, geralmente era muito movimentado, mas o frio e a neve haviam afastado as pessoas da rua. Para facilitar ainda mais a situação, havia barris encostados na parede, e esta, era tão irregular que Tejemu a escalou com a mesma facilidade com que se sobe uma escada. E lá já estava ele, sobre o telhado, diante da janela entreaberta.
Agora, buscando se tornar menos visível para quem pudesse vir pela rua, ele subiu o declive do telhado, bem devagar, evitando escorregar na neve, e se agachou à sombra da parede. Em seguida, concentrando-se para realizar um passo importante, encostou a cabeça bem próximo à janela e ficou em silêncio, tentando ouvir qualquer som ou conversa que pudesse estar vindo do interior da construção. E não ouviu nada; nem ronco, nem conversa, apenas um murmurinho de pechincha, que sabia vir do andar de baixo, onde ficava a loja.
Então, mais tranquilo e confiante, Tejemu respirou fundo, abriu as abas da janela e saltou para dentro, aterrisando com a graciosidade de um dançarino elfo, como quem se ajoelha, ao fim da dança, aos pés de sua cortesã. Isso, é claro, fazendo tanto barulho que ainda se poderia ouvir um camundongo dormindo dentro de uma das milhares de botas que agora ele via à sua frente. Muitas botas, todas amontoadas em uma enorme pilha contra a parede. Botas de todos tipos de sola, de couros e ornamentos. Algumas até com canos encrustrados com pedras brilhantes, mas não era uma dessas que Tejemu procurava. E, por sinal, ainda lhe faltava procurar!
Mas antes de começar, ele se levantou bem devagar, aguardando seus olhos se adaptarem à escuridão, e ficou imóvel por alguns instantes, conferindo se os sons que ouvira antes realmente estavam longe o bastante para não lhe oferecer qualquer perigo. Confirmadas suas expectativas, ele sorriu, feliz por estar sozinho, limpou a neve acumulada em suas roupas e caminhou em direção às botas. Diante delas, bastante alegre com a temperatura amena do interior aquecido do prédio, começou sua minuciosa procura; enfiou-se no meio da pilha e arredava com os pés as botas que não lhe serviam. E assim se passaram 6 minutos, que Tejemu provavelmente não percebeu, a não ser pelo cansaço que a procura já estava lhe causando.
- Não é possível! - exclamou ele, em voz baixa - Tem que haver uma bota extra-grande em algum lugar por aqui! Tem tantas! Como pode uma espelunca dessas vender botas e não tê-las em todos os tamanhos? - continuou ele, se exclamando, começando a ficar nervoso com a situação. E, de fato, muitas botas passaram por suas mãos. E depois outras e outras... Naquela pilha, realmente parecia ser mais fácil encontrar um dragão do que qualquer bota extra-grande, por mais grotesca ou mal feita que fosse. Foi então que, antes de terminar de verificá-las, Tejemu percebeu, na outra extremidade da sala, uma discreta porta de madeira que resolveu investigar: - Vai que eles guardam as botas maiores em uma sala separada. - pensou ele - Vale a pena dar uma olhada! - concluiu, abrindo a porta com um sorriso no rosto. Um sorriso que se desfez em seguida, à medida que o mal cheiro vindo da pequena peça escura denunciou o que havia no seu interior; uma pilha de botas sujas e gastas:
- Botas velhas... Botas velhas e chulé. Onde foi parar a sorte que estava comigo agora há pouco? - exclamou ele, cabisbaixo, esfregando a mão no rosto, de cima para baixo, fazendo o tapa-olho desprender-se acidentalmente. - Agora essa! - pensou Tejemu, agachando-se sem ânimo para procurá-lo no chão em meio às botas mal cheirosas.
- Quer saber!? Desisto! Vou fazer a volta e tentar comprar a maldita bota! - disse ele, num resmungo em tom cada vez mais baixo que terminou com um sorriso de surpresa surgindo em seu rosto. Em seguida, com o olho brilhando, ele ergueu do chão uma bota enorme, e de tanta felicidade, nem percebeu ser aquela a indubitável fonte de mal cheiro de todo o lugar.
- Com chulé ou não, esta é a bota perfeita. Com certeza! - disse Tejemu, sorridente, lembrando do "pisante" que havia prometido ao seu amigo Dalilo. - E um pouco de chulé não há de afugentar um meio-ork beberrão... - ponderou ele, realizado, enquanto já caminhava em direção à sua "rota de fuga".
Já na janela, preparando-se para "largar fora", Tejemu recolocou com calma o seu tapa-olho, dando um nó firme, e observou bem o movimento na rua. Depois, certo de que não havia ninguém à vista, projetou seu corpo para fora e jogou as botas no telhado, fazendo-as deslizar propositalmente pela neve que cobria as telhas. Uma espécie de contagem regressiva.
As botas deslizaram devagar, como planejado, e depois de repousarem na borda, por um pequeno instante, caíram do telhado chocando-se com leveza na neve macia depositada no chão da rua. Neste mesmo segundo, pode-se ouvir agora o elfo, saltando da janela e deslizando de pé sobre as telhas, com extrema rapidez.
Na extremidade do telhado, evitando uma violenta queda direta ao chão, Tejemu girou o corpo e se agarrou na placa da sapataria com um sorriso múltiplo de orgulho e divertimento estampado no rosto. Depois, no ápice de sua felicidade, soltou-se dali e caiu sobre as botas, agachando-se rápido ao alcançar o chão, reduzindo ao máximo o som e o impacto de sua queda. Sentia-se o elfo mais furtivo de todos, abençoado pela sorte e por Olidammara.
Mas, apesar de todo esforço e considerável êxito, a sorte de Tejemu o traiu no instante seguinte; ao virar-se de costas para deixar o local, já com as botas em mãos, Tejemu foi surpreendido por dois guardas da cidade. Os dois estavam de pé diante dele, baforando quente no frio intenso, e vestindo armaduras cinzentas cobertas por peludas capas de couro. Surpreso, Tejemu aguardou a reação deles sem se pronunciar.
Os dois guardas, também surpresos, olharam-se um ao outro e, tentando intimidar Tejemu, ameaçaram sacar suas espadas e deram voz de prisão: - Não se mecha, elfo, ou partimos você ao meio! Vimos você deslizando pelo telhado. Você está encrencado!
Neste momento, muito nervoso, Tejemu só conseguia pensar na lâmina fria das espadas cortando a sua carne. Estava completamente pálido, sem reação, vendo seus 140 anos de vida passarem diante dos seus olhos. Mas, como um gatilho, o som amedrontador do metal das espadas roçando a bainha moveu Tejemu, que por impulso, disparou em alta velocidade deixando os dois guardas para trás.
Nesta noite, coisas piores aconteceram naquele vilarejo, coisas bem mais sérias que um mero roubo de botas. Mas o que todos sabem é que, a certa hora da noite, todos os guardas varreram as ruas gritando:
- Ladrããããão! Ladrão de botas! Elfo caooolho!"
Conto inspirado em campanha de RPG - Dungeons & Dragons.
Esse desenho é a representação de um cenário que narrei para o meu grupo atual de Dungeons and Dragons 3.5. A ruela que aparece na imagem é da cidade de BARBACENA, a qual esquecemos o nome, durante o jogo, e que acabou, por fim, sendo rebatizada pelos jogadores como "Little Village". Um nome, digamos, menos difícil de esquecer, assim como 'Smallville' e por aí vai... hahahahahahah
Tejemu Fuso é um dos personagens dessa campanha. Um elfo com um passado obscuro, que vivia do roubo, mas que esta tendo sua vida mudada pela convivência com o bondoso e justo 'Dalilo', seu novo amigo meio-ork que, junto com ele, vem passando por uma série de eventos traumáticos...
Fica a homenagem à todos que estão participando desta que é, com certeza, uma das melhores campanhas de D&D que já joguei.
Abraço a todos, até mais!
Olidammara bless!
























